sexta-feira, junho 17, 2011

SOPRANDO HISTÓRIAS com ROBSON TSCHA GIRARDELLO

LEITURAS AO VENTO
Projeto de incentivo à leitura, destinado a crianças e jovens, realizado todos os domingos das 14h às 17h na praça da Catedral de Maringá.

Convida a comunidade para o evento
“SOPRANDO HISTÓRIAS” (leitura de livro infantil)

Leitor convidado:
ROBSON TSCHA GIRARDELLO (Controlador de vôo e Psicólogo)



Livro: O MENINO QUE GANHOU UMA BONECA    
Autora:  Majô Baptistoni
Desenhos: James Rosafel
Editora: Massoni


Data: 19.06.2011
Hora: 16:00h
Local: Praça da Catedral     
       

quinta-feira, junho 16, 2011

DICAS DE ROBERTH: DA SEMENTE À FLOR EM MARINGÁ

DICAS DE ROBERTH: DA SEMENTE À FLOR EM MARINGÁ: " CORAL LUZAMOR NUM SHOW IMPERDÍVEL PARA O PARANÁ PRESTIGIAR  UM EVENTO ÚNICO PARA TODOS DESCOBRIR A FORÇA FEMININA DO MUNDO A FORÇA..."

DICAS DE ROBERTH: LEITURAS AO VENTO

DICAS DE ROBERTH: LEITURAS AO VENTO: "Projeto de incentivo à leitura, destinado a crianças e jovens, realizado todos os domingos das 14h às 17h na praça da Catedral de Maringá. ..."

segunda-feira, junho 13, 2011

Confraria Reinações: Regulamento CONCURSO ASSOMBRO JUVENIS

Confraria Reinações: Regulamento CONCURSO ASSOMBRO JUVENIS: "REGULAMENTO 1º CONCURSO LITERÁRIO DE CONTOS ASSOMBROS JUVENIS 57ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE 1. A Câmara Rio-Grandense do Livro - CRL,..."

INFÂNCIA EM PAUTA ! NOTICIAS DA INFÂNCIA, ADOLESCENTE E JUVENTUDE: MOBILIZAÇÃO

INFÂNCIA EM PAUTA ! NOTICIAS DA INFÂNCIA, ADOLESCENTE E JUVENTUDE: MOBILIZAÇÃO: "Maringá . Será realizado hoje, às 13:30 h, na Praça da Prefeitura de Maringá , a solenidade do dia mundial de Combate ao Trabalho Infantil..."

Poesia infantil - FERNANDO PESSOA.

Fernando Pessoa menino.

HAVIA UM MENINO
Havia um menino,
que tinha um chapéu
para pôr na cabeça
por causa do sol.
Em vez de um gatinho
tinha um caracol.
Tinha o caracol
dentro de um chapéu;
fazia-lhe cócegas
no alto da cabeça.
Por isso ele andava
depressa, depressa
p’ra ver se chegava
a casa e tirava
o tal caracol
do chapéu, saindo
de lá e caindo
o tal caracol.
Mas era, afinal,
impossível tal,
nem fazia mal
nem vê-lo, nem tê-lo:
porque o caracol
era do cabelo
. 
.
LEVAVA EU UM JARRINHO
Levava eu um jarrinho
P’ra ir buscar vinho
Levava eu um tostão
P’ra comprar pão;
E levava uma fita
Para ir bonita.

Correu atrás
De mim um rapaz:
Foi o jarro p’ra o chão,
Perdi o tostão,
Rasgou-se-me a fita...
Vejam que desdita!

Se eu não levasse um jarrinho,
Nem fosse buscar vinho,
Nem trouxesse uma fita
P’ra ir bonita,
Nem corresse atrás
De mim um rapaz
Para ver o que eu fazia,
Nada disto acontecia
.



In.: NEVES, João Alves das Neves (org.). Fernando Pessoa: Comboio, saudades, caracóis São Paulo, FTD,1988.

O português Fernando António Nogueira Pessoa, mais conhecido como Fernando Pessoa, completaria 123 anos neste 13 de junho de 2011 caso ainda estivesse vivo. Pessoa foi um dos principais poetas da língua portuguesa, ajudando a formar a literatura e o vocabulário de nossa língua. Fonte: http://sobreisso.com/2011/06/13/123-anos-de-fernando-pessoa/.
Fernando Pessoa era escritor de gente grande mas no livro Fernando Pessoa: Comboio, saudades, caracóis organizado por João Alves das Neves, encontramos muitas poesias ligada ao mundo infantil do autor. Dessa forma, nós do projeto Leituras ao Vento, fazemos nossa homenagem ao poeta soprando aqui algumas de suas poesias infantis. 

sexta-feira, junho 10, 2011

OIT lança campanha pela eliminação do trabalho infantil perigoso | Agencia Brasil

OIT lança campanha pela eliminação do trabalho infantil perigoso | Agencia Brasil

12 DE JUNHO DIA MUNDIAL DE COMBATE AO TRABALHO INFANTIL e o projeto Leituras ao Vento apoia a campanha.

12 de Junho
Desde 2002, a Organização Internacional do Trabalho escolheu o 12 de junho como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, data em que foi lido relatório sobre o tema na Conferência do Trabalho que ocorre anualmente em Genebra (Suíça). No Brasil, a data foi decretada como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil pela lei 11.542 de 2007, sancionada pelo presidente Lula.

DADOS:

- Os estados das regiões Nordeste e Sul são os que mais concentram casos de trabalho infantil no Brasil.

- 1,8 milhão de crianças no Nordeste trabalham e 98% delas estão em situação ilegal, sem vínculos nem com a lei de aprendizagem.

- 10,8% dos meninos e meninas do Brasil estão em situação de trabalho

- Percentualmente, os estados do Sul têm uma média maior que a nacional: 13% de crianças e adolescentes vítimas do trabalho infantil.

Fonte: Maxpress

As denúncias de trabalho infantil podem ser feitas às autoridades competentes, como Conselhos Tutelares, Ministério do Trabalho, Juizados da Infância e da Adolescência, entre outros; ou ao Disque 100, serviço nacional gratuito que funciona diariamente das 8h às 22h.

quarta-feira, junho 08, 2011

SOPRANDO HISTÓRIAS com RAYMUNDO DE LIMA.

Projeto de incentivo à leitura, destinado a crianças e jovens, realizado todos os domingos das 15h às 18h na praça da Catedral de Maringá.

Convida a comunidade para o evento
“SOPRANDO HISTÓRIAS”  (leitura de livro infantil)

Leitor convidado:
RAYMUNDO DE LIMA (Psicólogo e professor universitário-UEM)


Livro: A CASA SONOLENTA   
Autor:  Audrey Wood
Ilustrações: Don Wood
Tradução: Gisela M. Padovan
Editora: Ática

Data: 12.06.2011
Hora: 16h30min
Local: Praça da Catedral     
      

segunda-feira, junho 06, 2011

SOPRANDO HISTÓRIAS de JUNHO - leitores convidados confirmados.

Disponibilizamos a agenda do mês de junho do evento SOPRANDO HISTÓRIAS (leitura de um livro infantil), no projeto LEITURAS AO VENTO  que acontece todos os domingos na praça da Catedral de Maringá.

12 de junho:


RAYMUNDO DE LIMA (psicólogo e professor universitário).
Com o  livro "A CASA SONOLENTA" da autora AUDREY  WOOD, ilustrações de DON WOOD;




19 de junho:

ROBSON TSCHA GIRARDELLO (controlador de voo e psicólogo) - livro a confirmar.


26 de junho:


FLOR DE MARIA SILVA DUARTE ( Pedagoga e Secretária de Cultura de Maringá) - livro a confirmar.

quarta-feira, junho 01, 2011

Declaração de amor...imagens ...leitura




É o bom leitor que faz o bom livro; em cada livro, ele encontra trechos que parecem confidências ou apartes ocultos para qualquer outro e evidentemente destinados ao seu ouvido; o proveito dos livros depende da sensibilidade do leitor; a ideia ou paixão mais profunda dorme como numa mina enquanto não é descoberta por uma mente e um coração afins.
Ralph Waldo Emerson, in ‘Sociedade e Solidão’

PROJETOS DE INCENTIVO À LEITURA SE MULTIPLICAM POR TODO O PAÍS ...


Nosso blog, além de divulgar nosso trabalho tem a responsabilidade e o direito de divulgar todas as informações referentes a iniciativas de leituras no país. Dessa forma, achamos esse artigo interessante e importante para fortalecer a luta pela expansão de iniciativas a leitura.


                                                     Maristela Melo - coordenadora do projeto leituras ao vento.



ACESSO À LEITURA GANHA ESPAÇO



Crescem iniciativas que oferecem livros e uso gratuito de bibliotecas
MARLENE JAGGI

Detalhe da Borrachalioteca
Foto: João Gustavo Soares
O mineiro Marcos Túlio Damasceno, de 32 anos, sempre foi apaixonado por livros e um observador dos hábitos das pessoas. Licenciado em letras, não deixava de notar o interesse dos amigos e clientes da borracharia do pai pelos jornais e revistas que ficavam entre os pneus, à disposição de quem os quisesse ler. Solícito, decidiu ajeitar uma estante com livros no estabelecimento. A iniciativa agradou tanto aos moradores de Sabará, município a 25 quilômetros de Belo Horizonte, que o professor se jogou de corpo e alma no projeto. Resultado: dos primeiros 70 livros de 2002 passou a um acervo de 20 mil exemplares nas quatro unidades atuais da Borrachalioteca: a sede, que ainda funciona dentro da borracharia; a Sala Son Salvador, no bairro Cabral; o espaço Libertação pela Leitura, aberto dentro do presídio de Sabará, e a Casa das Artes (que abriga uma biblioteca infanto-juvenil e uma Cordelteca). “Acabamos nos tornando referência para os amantes da leitura na cidade”, conta Damasceno.
A Borrachalioteca é um dos milhares de projetos que avançam, Brasil afora, com o objetivo de oferecer à sociedade acesso gratuito à leitura. São iniciativas de todos os tipos e portes, criadas para todos os públicos, pelas mais diversas instituições – de representantes da sociedade civil às três esferas do governo – e que trazem à tona uma realidade pouco percebida: o brasileiro, de fato, lê muito pouco, mas crescem em número e diversidade as alternativas de acesso à leitura no país.

Essa onda pró-leitura inclui programas grandiosos, como o lançamento, em 2009, do Mais Livro e Mais Leitura nos Estados e Municípios, iniciativa do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), dos ministérios da Cultura (MinC) e da Educação (MEC) e do Instituto Pró-Livro, que visa incentivar essas instâncias de governo a criar seus próprios planos de promoção da leitura. Há também projetos pontuais de grande porte, como a reabertura em janeiro da Biblioteca Mário de Andrade na capital paulista, e a inauguração, há um ano, da Biblioteca de São Paulo, assim como iniciativas singelas semelhantes à Borrachalioteca ou ao Jegue-Livro, criado em 2005 em Alto Alegre do Pindaré (MA) e que lança mão dos recursos disponíveis para levar livros a comunidades que, de outra forma, não teriam acesso a eles: um jegue, que sai da Casa do Professor carregando dois jacás coloridos cheios de livros para levar literatura a cinco povoados da região.
“É incrível o poder multiplicador que projetos como esses têm sobre a sociedade”, diz Lourdes Atié, coordenadora pedagógica do Prêmio Viva Leitura. Criado em 2006 por iniciativa do MEC, do MinC e da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), o concurso recebeu até agora 2 mil inscrições no Brasil inteiro. O projeto do Jegue-Livro ganhou o prêmio em 2006. A Borrachalioteca, em 2007. “No início, foi uma surpresa encontrar um Brasil feito de pessoas não eruditas, mas comprometidas em fazer alguma coisa pela cultura. Hoje percebemos que as experiências, vencedoras ou não do prêmio, ganham visibilidade e inspiram iniciativas semelhantes”, diz ela.

Assim como a borracharia, estabelecimentos como açougues e quitandas reservam um espaço para abrigar livros e emprestá-los aos moradores vizinhos. Há também quem desenvolva propostas para seu próprio pessoal. Foi o que fez Kátia Ricomini, de 29 anos, dona da paulistana Translig, empresa de motoboys. Para incentivar o hábito da leitura entre os funcionários, que não tinham o que fazer enquanto aguardavam novas entregas, ela criou, em 2006, o projeto Translivroteca. Três anos depois implantou também o Pegadas da Leitura, que estimula a troca gratuita de livros. Funciona assim: as obras levam na contracapa um resumo do projeto, onde se pede às pessoas que, depois de ler, passem o exemplar adiante, formando uma corrente de leitura. “A pessoa lê o livro, envia um e-mail para a Translig, conta o que achou e ‘liberta’ a obra em algum local. Pode ser no ponto de ônibus, na cafeteria, no metrô – em qualquer lugar onde ele encontre um novo leitor”, diz Kátia.

FONTE: PROBLEMAS BRASILEIROS

http://migre.me/4H5FI
http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas_sesc/pb/artigo.cfm?Edicao_Id=401&breadcrumb=1&Artigo_ID=6162&IDCategoria=7098&reftype=1