É uma iniciativa voluntária de incentivo à leitura na cidade de Maringá. Levamos livros para lugares públicos e disponibilizamos para a leitura e apreciação de quem se interessar; não vendemos e nem alugamos livros, emprestamos momentaneamente. Nosso acervo é composto por histórias em quadrinhos, poesias, livros de imagem, livros bilíngues e toda a boa literatura infantil e juvenil. Todos são convidados a se deliciar com as leituras embaixo das árvores em dias de sol.
terça-feira, junho 21, 2011
domingo, junho 19, 2011
sexta-feira, junho 17, 2011
SOPRANDO HISTÓRIAS com ROBSON TSCHA GIRARDELLO

quinta-feira, junho 16, 2011
DICAS DE ROBERTH: DA SEMENTE À FLOR EM MARINGÁ
DICAS DE ROBERTH: LEITURAS AO VENTO
terça-feira, junho 14, 2011
segunda-feira, junho 13, 2011
Confraria Reinações: Regulamento CONCURSO ASSOMBRO JUVENIS
INFÂNCIA EM PAUTA ! NOTICIAS DA INFÂNCIA, ADOLESCENTE E JUVENTUDE: MOBILIZAÇÃO
Poesia infantil - FERNANDO PESSOA.
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| Fernando Pessoa menino. HAVIA UM MENINO Havia um menino, que tinha um chapéu para pôr na cabeça por causa do sol. Em vez de um gatinho tinha um caracol. Tinha o caracol dentro de um chapéu; fazia-lhe cócegas no alto da cabeça. Por isso ele andava depressa, depressa p’ra ver se chegava a casa e tirava o tal caracol do chapéu, saindo de lá e caindo o tal caracol. Mas era, afinal, impossível tal, nem fazia mal nem vê-lo, nem tê-lo: porque o caracol era do cabelo. . LEVAVA EU UM JARRINHO Levava eu um jarrinho P’ra ir buscar vinho Levava eu um tostão P’ra comprar pão; E levava uma fita Para ir bonita. Correu atrás De mim um rapaz: Foi o jarro p’ra o chão, Perdi o tostão, Rasgou-se-me a fita... Vejam que desdita! Se eu não levasse um jarrinho, Nem fosse buscar vinho, Nem trouxesse uma fita P’ra ir bonita, Nem corresse atrás De mim um rapaz Para ver o que eu fazia, Nada disto acontecia. In.: NEVES, João Alves das Neves (org.). Fernando Pessoa: Comboio, saudades, caracóis São Paulo, FTD,1988. O português Fernando António Nogueira Pessoa, mais conhecido como Fernando Pessoa, completaria 123 anos neste 13 de junho de 2011 caso ainda estivesse vivo. Pessoa foi um dos principais poetas da língua portuguesa, ajudando a formar a literatura e o vocabulário de nossa língua. Fonte: http://sobreisso.com/2011/06/13/123-anos-de-fernando-pessoa/. Fernando Pessoa era escritor de gente grande mas no livro Fernando Pessoa: Comboio, saudades, caracóis organizado por João Alves das Neves, encontramos muitas poesias ligada ao mundo infantil do autor. Dessa forma, nós do projeto Leituras ao Vento, fazemos nossa homenagem ao poeta soprando aqui algumas de suas poesias infantis. |
sexta-feira, junho 10, 2011
OIT lança campanha pela eliminação do trabalho infantil perigoso | Agencia Brasil
Desde 2002, a Organização Internacional do Trabalho escolheu o 12 de junho como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, data em que foi lido relatório sobre o tema na Conferência do Trabalho que ocorre anualmente em Genebra (Suíça). No Brasil, a data foi decretada como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil pela lei 11.542 de 2007, sancionada pelo presidente Lula.
DADOS: - Os estados das regiões Nordeste e Sul são os que mais concentram casos de trabalho infantil no Brasil. - 1,8 milhão de crianças no Nordeste trabalham e 98% delas estão em situação ilegal, sem vínculos nem com a lei de aprendizagem. - 10,8% dos meninos e meninas do Brasil estão em situação de trabalho - Percentualmente, os estados do Sul têm uma média maior que a nacional: 13% de crianças e adolescentes vítimas do trabalho infantil. |
| Fonte: Maxpress |
quarta-feira, junho 08, 2011
SOPRANDO HISTÓRIAS com RAYMUNDO DE LIMA.
segunda-feira, junho 06, 2011
SOPRANDO HISTÓRIAS de JUNHO - leitores convidados confirmados.
12 de junho:
RAYMUNDO DE LIMA (psicólogo e professor universitário).
Com o livro "A CASA SONOLENTA" da autora AUDREY WOOD, ilustrações de DON WOOD;
19 de junho:
ROBSON TSCHA GIRARDELLO (controlador de voo e psicólogo) - livro a confirmar.
26 de junho:
FLOR DE MARIA SILVA DUARTE ( Pedagoga e Secretária de Cultura de Maringá) - livro a confirmar.
quarta-feira, junho 01, 2011
Declaração de amor...imagens ...leitura
PROJETOS DE INCENTIVO À LEITURA SE MULTIPLICAM POR TODO O PAÍS ...
Detalhe da Borrachalioteca Foto: João Gustavo Soares |
A Borrachalioteca é um dos milhares de projetos que avançam, Brasil afora, com o objetivo de oferecer à sociedade acesso gratuito à leitura. São iniciativas de todos os tipos e portes, criadas para todos os públicos, pelas mais diversas instituições – de representantes da sociedade civil às três esferas do governo – e que trazem à tona uma realidade pouco percebida: o brasileiro, de fato, lê muito pouco, mas crescem em número e diversidade as alternativas de acesso à leitura no país.
Essa onda pró-leitura inclui programas grandiosos, como o lançamento, em 2009, do Mais Livro e Mais Leitura nos Estados e Municípios, iniciativa do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), dos ministérios da Cultura (MinC) e da Educação (MEC) e do Instituto Pró-Livro, que visa incentivar essas instâncias de governo a criar seus próprios planos de promoção da leitura. Há também projetos pontuais de grande porte, como a reabertura em janeiro da Biblioteca Mário de Andrade na capital paulista, e a inauguração, há um ano, da Biblioteca de São Paulo, assim como iniciativas singelas semelhantes à Borrachalioteca ou ao Jegue-Livro, criado em 2005 em Alto Alegre do Pindaré (MA) e que lança mão dos recursos disponíveis para levar livros a comunidades que, de outra forma, não teriam acesso a eles: um jegue, que sai da Casa do Professor carregando dois jacás coloridos cheios de livros para levar literatura a cinco povoados da região.
“É incrível o poder multiplicador que projetos como esses têm sobre a sociedade”, diz Lourdes Atié, coordenadora pedagógica do Prêmio Viva Leitura. Criado em 2006 por iniciativa do MEC, do MinC e da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), o concurso recebeu até agora 2 mil inscrições no Brasil inteiro. O projeto do Jegue-Livro ganhou o prêmio em 2006. A Borrachalioteca, em 2007. “No início, foi uma surpresa encontrar um Brasil feito de pessoas não eruditas, mas comprometidas em fazer alguma coisa pela cultura. Hoje percebemos que as experiências, vencedoras ou não do prêmio, ganham visibilidade e inspiram iniciativas semelhantes”, diz ela.
Assim como a borracharia, estabelecimentos como açougues e quitandas reservam um espaço para abrigar livros e emprestá-los aos moradores vizinhos. Há também quem desenvolva propostas para seu próprio pessoal. Foi o que fez Kátia Ricomini, de 29 anos, dona da paulistana Translig, empresa de motoboys. Para incentivar o hábito da leitura entre os funcionários, que não tinham o que fazer enquanto aguardavam novas entregas, ela criou, em 2006, o projeto Translivroteca. Três anos depois implantou também o Pegadas da Leitura, que estimula a troca gratuita de livros. Funciona assim: as obras levam na contracapa um resumo do projeto, onde se pede às pessoas que, depois de ler, passem o exemplar adiante, formando uma corrente de leitura. “A pessoa lê o livro, envia um e-mail para a Translig, conta o que achou e ‘liberta’ a obra em algum local. Pode ser no ponto de ônibus, na cafeteria, no metrô – em qualquer lugar onde ele encontre um novo leitor”, diz Kátia.
FONTE: PROBLEMAS BRASILEIROS
http://migre.me/4H5FI
http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas_sesc/pb/artigo.cfm?Edicao_Id=401&breadcrumb=1&Artigo_ID=6162&IDCategoria=7098&reftype=1



